A casa do Gabriel, da Suzy — e do Tom
Somos um casal de engenheiros que trocou a cidade grande pela Chapada Diamantina. O Tom, nosso golden retriever, chegou junto e deu nome à casa.
A pousada é a nossa casa de verdade: portas abertas, plantas na varanda e a melhor vista de Lençóis lá de cima. Recebemos cada hóspede como quem recebe amigo — com tempo, conversa e indicação certa de trilha.
Cozinhamos o café da manhã em panelas de cerâmica e inox, sem óleo de soja. Tem guacamole, ovos, azeite, óleo de coco, sucos de frutas nativas, cuscuz de cooperativa e o café da Chapada. O iogurte é da nossa amiga Karol.
Gabriel e Suzy, seus anfitriões.
Na varanda do Mandala, com a Pispi — nossa gata recepcionista.


No São João, a cidade inteira se enche de bandeirinhas.Uma rua quieta no coração de Lençóis
Estamos a 100 metros do centro hist órico, numa rua tranquila onde as vizinhas — muitas com mais de 80 anos — conhecem todo mundo pelo nome. Lençóis é uma cidade segura: anda-se a pé de dia e de noite, e os moradores do bairro recebem visitante como gente de casa.
O golden que deu nome à casa
Antes de ser pousada, esta casa era a base das aventuras do Tom. Ele trilhou a Chapada inteira com a gente — cachoeiras, o Vale do Paty, noites de lua cheia. Foi ele quem deu nome e alma a este lugar, e é a energia dele que a gente tenta passar pra cada hóspede que chega.





Quem te recebe na porta
A casa leva o nome do Tom, nosso primeiro golden retriever, que chegou junto com a gente. Hoje quem faz a recepção de quatro patas é o Curumin — dócil, dono da casa — e a Pispi, nossa gata de pelagem tartaruga que decide sozinha em qual colo vai sentar. Eles fazem parte do acolhimento tanto quanto a gente.

Nosso primeiro golden retriever, que chegou junto com a gente e batizou a pousada.
Dócil e dono da casa, é ele quem recebe todo mundo na porta.
De pelagem tartaruga, decide sozinha em qual colo vai sentar.
Uma cidade que respira história e cultura
Lençóis nasceu no ciclo do diamante e guarda esse passado nos casarões coloridos e nas ruas de pedra do centro histórico. Hoje é uma cidade viva: ateliês e lojinhas de artesanato, arte de matiç afro-baiano, feira de rua e uma comunidade que mantém viva a cultura da região. Vale reservar um tempo pra caminhar sem pressa e conversar com quem faz a cidade.


